A gente começou esse blog meio às avessas. Coisa de débil mental, a gente sabe.
O lance é que ainda temos memória, ótimas memórias, graças a Jah! E viemos por meio deste post, contar-lhes sobre o nosso primeiro show, já que gostamos desse lance de ficar contando tudo o que acontece.
Esperamos, do fundo dos nossos corações descoraçõezados, que este blog tenha MAIS ACESSOS QUE O DA SURF BRUNISTINHA (nós te amamos, SUA LINDA!).
Bom, vamos começar a Hangatrospectiva, documentando nosso DEBUT.
Noite de 8 de setembro de 2010, e a gente finalmente resolve mostrar nossas 5 musiquinhas publicamente, depois de uns 2 meses de ensaio.
O flyer, incumbência de Liege Milk, situa, por si, o público.
E foi nessa LOUCA QUARTA DO DR. JEKYLL que estreamos com o pé direito ao lado de duas bandas FODAÇAS das quais somos assumidamente fãs, e, confessamos, acho que tocamos só pra poder vê-las de grátis.
AEHAEUHEUHAEUHAEUAHU
A noite foi honrosamente anunciada no REMIX ZH, por Gustavo Brigatti, jornalista RÉLPIS, RETOMBANTE, BATRÁQUIO, INOXIDÁVEL (com certeza membro da família Balbino) que sim, se dispõe a acompanhar pessoalmente a cena independente do Estado, ouvindo a tudo e indo a shows sempre que possível. (neste, inclusive). Orgulho do nosso Quixeramobim.
Nosso show foi CURTO E GROSSO, feito um coice de porco. 10 minutos. Cravadinhos. Nossa primeira vez, né. Ejaculação precoce na certa. Mas foi FODA.
mas agora vamos falar de coisa boa, vamos falar de Top Therm.
A URSO, rapeize, contemporânea nossa, é uma PATADA INSTRUMENTAL, com guitarras que deixariam o Kim Thayil com uma "invejinha branca" e melodias que fazem bater forte o coração daqueles, que assim como nós, amam o bom e velho Soundgarden, Pelican, entre outros petardos grungísticos que estouram em nossos ouvidos com a sutileza de uma MANADA DE ELEFANTES. (é manada que diz?)
mas agora vamos falar de coisa boa, vamos falar de Top Therm.
A URSO, rapeize, contemporânea nossa, é uma PATADA INSTRUMENTAL, com guitarras que deixariam o Kim Thayil com uma "invejinha branca" e melodias que fazem bater forte o coração daqueles, que assim como nós, amam o bom e velho Soundgarden, Pelican, entre outros petardos grungísticos que estouram em nossos ouvidos com a sutileza de uma MANADA DE ELEFANTES. (é manada que diz?)
Pra fechar a noite, ELES. Os fiéis defensores da barulhêira, remanescentes dos 90 (Graças a Dios!), os catárticos e dissidentes, Viana Moog.
É difícil falar da Viana Moog. Sempre difícil. A verborragia do Éverton Cidade é como um vômito. Vômito mesmo, tá certa a analogia: por mais que a aprência seja SUJA, PODRE e MAL CHEIROSA, veio tudo de dentro de ti, saca? É invejável a maneira que Cidade encontra de encaixar eufemismo pra falar de coisas que causam asco. Bem como o espírito Bukowski pra falar de amor e sorfimento, no estado mais puro.
Viana Moog é uma banda punk de verdade. Não preocupada com os tímpanos, nem opiniões, nem aceitação de ninguém. Viana Moog é cru. É bruto. E lapidado com efeitos ensurdecedores das guitarras, batidas pulsantes e gritos, gritos que tocam a alma.
Viana Moog - Fleck.
Registrinhos da noite:
Urso - por Giovani Paim www.flickr.com/photos/_giovanipaim
Viana Moog - por Giovani Paim www.flickr.com/photos/_giovanipaim
Hangovers - por Mari Korman
www.flickr.com/photos/marikorman
É... foi assim que a gente "perdeu o cabaço".
Foi VIOLENTO, e com gostinho de quero mais (UI!)
O próximo post rapeize, reúne ainda mais decibéis.
Juro que estamos tentando lembrar de todos os detalhes de CABRIOCÁRICA noite em que fizemos nosso segundo show, ao lado do Walverdes e INI. Deuzolivre! aí vem... Aguardem...






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